julho 21, 2016

Andando na feira no Rio de Janeiro, achou um colar. Não era de ouro, prata ou qualquer outro metal nobre. Nem ao menos sabia se era metal.
Não tinha diamantes, pedras preciosas ou qualquer tom de nobreza. Era um colar simples, com pingente. Uma grande chave com argolas e uma corda de couro sintético.
Era uma jóia rara de tão comum, mas tão expressiva. Por anos, continuou a ser e provavelmente continuará. Joias não perdem sentido, significado com o tempo.

O lixo nunca será seu destino.
Não há descartabilidade no essencial.