março 22, 2010

Vingança

Como ficar longe de você?
Não consigo.
Eu te amo.

Me apunhale pelas costas!
Vingue-se.

2 comentários:

Clara disse...

para variar, adorei!

Valdeir Almeida disse...

Dá margem a várias interpretações.

O poeta tem dessas coisas, né? Ele é o "dono" da própria verdade. Mas dá a oportunidade para que recriemos essa verdade.

No caso dessa poesia, ela parece ser tão intimista que nos faz escancarar na licença poética.

Parabéns.