março 03, 2010

Verdades Forjadas [3]

A dor intensa e o desejo de inibir o que sinto.
Vômitos suaves de verdades forjadas.
E de tanto tentar, consegui.

Não sinto mais nada...
E da lenta e intensa morte,
sinto apenas um leve éter.

Minhas verdadeiras palavras
sinceras e inventadas
e agora... nada.

Quero minhas verdades de volta...

3 comentários:

Isa disse...

Então gostava da lenta e intensa morte? hm.

Valdeir Almeida disse...

Mais um poema intenso. Fala de verdades, tem a ver com o título do seu blog.

Ricardo, abração e uma ótima sexta-feira pra você.

Marcel disse...

"Verdades" é o caralho! XD